Alinhada à agenda global de sustentabilidade, companhia acelera iniciativas de economia circular, descarbonização e uso eficiente da água no território fluminense
A corrida global por soluções climáticas ganha força com a proximidade da COP30 — e o Brasil, com sua vocação natural para a bioeconomia e a inovação, tem tudo para ocupar um papel de liderança nesse movimento. Em meio a esse cenário, empresas que combinam tecnologia, contribuição social e compromisso ambiental se destacam como protagonistas da transição para uma economia de baixo carbono.
É o caso da Braskem, petroquímica global que desenvolve soluções sustentáveis da química e do plástico para melhorar a vida das pessoas. Com presença em mais de 70 países e liderança na produção de biopolímeros, a companhia tem reforçado seu compromisso com a descarbonização de suas operações e o desenvolvimento sustentável das comunidades onde atua, como em Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro.
Nos últimos anos, esse pioneirismo tem se traduzido em uma jornada consistente de resultados ambientais. Entre 2020 e 2024, houve a redução de mais de 1 milhão de toneladas de gases de efeito estufa (GEE). Essa conquista soma-se à redução de 17% na intensidade das emissões até 2020 — ou seja, na quantidade de gases emitidos por tonelada de produto. Com isso, evitou-se a liberação de cerca de 30 milhões de toneladas de CO₂e na atmosfera.
Esses avanços refletem uma transformação que une inovação tecnológica, competitividade e eficiência operacional. A Braskem quer ser parte da solução para os desafios climáticos e acredita que o enfrentamento da mudança do clima exige parcerias entre indústria, governos, comunidades e demais partes interessadas.
“O Rio de Janeiro tem um papel relevante na transição ecológica brasileira, reunindo iniciativas e parcerias estratégicas em economia circular, saneamento e gestão de recursos, que podem servir de modelo para outras regiões do país”, Alexandra Calixto Gioso, gerente de Relações Institucionais da Braskem Sudeste. Foto: Divulgação/Braskem |
Para Alexandra Calixto Gioso, gerente de Relações Institucionais da Braskem Sudeste, o grande desafio da transição é equilibrar escala com contribuição local. “A COP30 reforça a importância de conectar o global ao regional. Cada plástico reciclado, cada projeto comunitário e cada solução de base biológica contribui para a meta climática do planeta. A urgência ambiental exige velocidade, mas também raízes firmes nas comunidades onde atuamos.”
Um dos mais recentes exemplos dessa integração entre eficiência industrial e impacto social é a parceria firmada entre a Braskem e a Aegea, referência em saneamento no país. Por meio da Apura, sua unidade de negócio dedicada a soluções sustentáveis para a indústria, a Aegea fornecerá água de reúso para 100% do abastecimento da unidade industrial da Braskem em Duque de Caxias, tornando o polo um modelo em sustentabilidade hídrica.
O projeto representa um marco para a região, ao antecipar em três anos as obras de infraestrutura de saneamento básico, beneficiando mais de 260 mil pessoas das comunidades próximas. A concessionária Águas do Rio, responsável pelo abastecimento e esgotamento sanitário de 27 municípios fluminenses, será encarregada da coleta e tratamento do esgoto, que será transformado em água de reuso com qualidade industrial.
A iniciativa também contribui para o plano de recuperação ambiental da Baía de Guanabara, já que o efluente tratado, que antes seria descartado na Baía, agora será convertido em água industrial, reduzindo impactos ambientais e garantindo o uso mais racional dos recursos naturais.
“A parceria com a Aegea e a Apura fortalece nossa estratégia de adaptação às mudanças climáticas ao garantir segurança hídrica para nossas operações. Mais do que uma solução industrial, esse projeto representa um legado de saúde, qualidade de vida e uso mais eficiente dos recursos naturais”, ressalta Alexandra.
No campo da inovação, a Braskem também investe em soluções que transformam desafios ambientais em oportunidades sustentáveis. Um exemplo é o I’m green™ bio-based, uma alternativa renovável ao polietileno tradicional, produzida a partir da cana-de-açúcar. Essa tecnologia captura CO₂ da atmosfera e o converte em insumo químico. Desde 2010, a planta dedicada à produção de biopolímeros já evitou a emissão de aproximadamente 4,6 milhões de toneladas de CO₂, o equivalente a 1 milhão de voltas de carro ao redor da Terra.
O compromisso com a região também se reflete em ações que unem impacto social e educação ambiental. Um dos exemplos é o Plastitroque, programa que estimula a entrega de resíduos plásticos, como PET, PP e PE, em troca de kits de alimentação. A ação já impactou milhares de pessoas, gerando renda para catadores e promovendo a conscientização sobre o consumo responsável.
“O Rio de Janeiro tem um papel relevante na transição ecológica brasileira, reunindo iniciativas e parcerias estratégicas em economia circular, saneamento e gestão de recursos, que podem servir de modelo para outras regiões do país”, complementa Alexandra.
Mais do que um compromisso ambiental, essas iniciativas mostram que, para a Braskem, sustentabilidade é uma estratégia de longo prazo que orienta decisões, mobiliza parcerias e gera valor compartilhado. Em Duque de Caxias, cada projeto traduz o propósito da companhia com um futuro de baixo carbono, em que inovação, responsabilidade e desenvolvimento local caminham juntos.
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