A população de Duque de Caxias terá um novo espaço de política e de debates.Trata-se do Espaço Leonel Brizola, idealizado pelo vereador Mazinho, atual presidente da Câmara. Segundo ele, o local será um “ponto de encontro para o trabalhador caxiense". “A cidade estava precisando de um ambiente como esse, onde poderíamos discutir as políticas públicas da nossa cidade. Vamos promover seminários e palestras com figuras políticas nacionais, sendo o primeiro convidado o senador Cristovam Buarque. O espaço também está aberto para encontros políticos e servirá ainda para os simpatizantes do PDT e de Leonel Brizola se reunirem e discutir política". Localizado na Avenida Duque de Caxias nº 857, no Parque Paulicéia, o espaço será inaugurado na sexta-feira, dia 10 de fevereiro, às 19 horas.
A solenidade será marcada também pelo lançamento do livro “Leonel Brizola - A legalidade e outros pensamentos conclusivos", da editora Nitpress, e organizado por Apio Gomes, Madalena Sapucaia, Osvaldo Maneschy e Paulo Becker. “Este é considerado uma bíblia política. Para quem não conheceu a trajetória de Leonel Brizola, é uma ótima fonte de conhecimento, pois através de transcrições de suas falas recolhidas ao longo dos anos pelos organizadores, que conseguiram mostrar a história de um dos maiores lideres nacionalistas do Brasil", lembrou Mazinho.
O Espaço Leonel Brizola terá capacidade para cerca de 2.000 pessoas e contará também com um escritório do PDT, uma lojinha com produtos da marca PDT, com direito a exposições permanentes, cinema grátis, palco para utilização pela comunidade cultural, palestras e seminários grátis e, um espaço onde será discutido o plano de governo do PDT para a cidade de Duque de Caxias. “O espaço contará também com um atendimento voltado para o povo, dando voz e vez as suas opiniões, dúvidas e sugestões", observou o vereador.
Leonel Brizola governou o Estado do Rio em dois momentos: de 1983 a 1987 e de 1991 a 1994, mandatos através dos quais construiu CIEPs, que ofereciam ensino público de qualidade em período integral, e deixou outras grandes marcas, como a construção do Sambódromo e da Linha Vermelha, batizada como presidente João Goulart. Gaucho de Carazinho, Brizola faleceu em junho de 2004, aos 82 anos.


