
O jornal foi conferir a denúncia. Embora chamado de “Portal da Transparência", com a mudança, de fato, muitas informações da gestão passada foram retiradas rápida e inexplicavelmente embora muitas delas sejam de fundamental importância para a transparência pública, contrariando legislação própria, entre elas a Lei Complementar 131/2009.
Um dos itens excluídos foi o que permite baixar as edições do Boletim Oficial, meio pelo qual o cidadão pode acompanhar as ações do Poder Público municipal, tais como licitações públicas, ordenamento de despesas, repasses de verbas federais e estaduais, bem como nomeações e exonerações de servidores, entra outros assuntos de relevância.
Além do Boletim Oficial, cuja cópia impressa também não é distribuída regularmente em locais aos quais o cidadão tenha acesso, estão fora do ar informações sobre ações que dizem respeito à limpeza urbana, coleta de lixo e entulhos, iluminação pública, combate a vetores e endereços das unidades de saúde da cidade. Até mesmo o link da Ouvidoria está quebrado. O órgão, de acordo com a legislação específica, tem como função identificar a necessidade de demanda do cidadão, buscar soluções para as questões por ele levantadas, oferecer as informações e sugestões cabíveis, visando o aprimoramento das relações, da prestação do serviço, garantindo antes de tudo, o direito ao exercício da cidadania.
Ao clicar para tentar acessar essas informações, aparece a mensagem: “Ops! Desculpe o transtorno! Nossos especialistas estão trabalhando! Você merece todo nosso respeito, obrigado pela compreensão!".


