O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão mantém a previsão de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) e da inflação para 2011 em 4,5% e 5,8%, respectivamente. As estimativas estão no Relatório Bimestral de Avaliação de Receita e Despesas Primárias relativo ao quarto bimestre de 2011 enviado ao Congresso Nacional. Com o PIB real em 4,5%, a estimativa é que, em termos nominais, o resultado fique em quase R$ 4,110 trilhões. Pelas projeções, a taxa básica de juros média ficaria em 11,79% neste ano, e não mais em 11,87%. Foi mantida também a projeção para a taxa de câmbio média em US$ 1,61. As estimativas para a massa salarial (13,36%) e para o preço médio do petróleo (US$ 112,52) também não foram alteradas. Os cálculos no relatório de reavaliação foram feitos considerando o salário mínimo vigente, de R$ 545.
Quanto à arrecadação anual administrada pela Receita Federal, excluídos os valores do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), os técnicos estimaram, já levando em consideração os números de agosto, um acréscimo de R$ 11,418 bilhões, com aumento de 1,82% na comparação com a avaliação do terceiro bimestre. Com isso, a arrecadação administrada pela Receita poderá fechar o ano em R$ 637,722 bilhões.


