O estado do Rio de Janeiro vive um momento único, que não deve se repetir pelos próximos 30 anos. Esta é a hora de tirar do papel bons projetos para dar a Baixada aquilo que ela precisa. Com essas palavras, o vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, abriu o Seminário “Visões do Futuro: Potencialidades e Desafios da Baixada Fluminense", realizado segunda-feira (3), no Teatro do SESI de Duque de Caxias. O evento, organizado pela representação da FIRJAN da área II da Baixada Fluminense, contou com empresários e prefeitos da região respondendo perguntas, apontando caminhos e apresentando projetos que devem desenvolver a região, aproveitando a construção em Itaboraí do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ) e o arco metropolitano, que vai conectar o complexo, e as cinco principais rodovias que cortam a região metropolitana, com o Porto de Itaguaí.
O seminário foi composto por dois grupos que responderam questionamentos apresentados pelos membros da FIRJAN e pela plateia presente ao evento. O primeiro era composto por empresários e o segundo por prefeitos e representantes de municípios da Área II da Baixada: José Camilo Zito (Duque de Caxias), Alcides Rolin (Belford Roxo), Nestor Vidal (Magé) e representantes de outros prefeitos. De acordo com João Ricardo Lafraia, Duque de Caxias é o município da região mais preparado para aproveitar as oportunidades que se apresentam com estas obras. “Aqui, já tem nossa refinaria que terá conexão com o Comperj. O pólo Gás-Químico do município é uma das maiores riquezas da região e já está preparado para desenvolver produtos petroquímicos de 3ª e 4ª geração", exaltou Lafraia, que ressaltou as vantagens de infraestrutura em Caxias. “Temos gás, duas refinarias de petróleo, energia e água. Temos tudo que um empresário precisa para se instalar aqui", explicou. Os números falam pela cidade. “Caxias é o maior município da Baixada, com 40% da população, 77% do PIB e 61% dos empregos da região", anunciou o apresentador do evento.


