Jornalistas de várias regiões do Estado do Rio de Janeiro e autoridades participaram da solenidade de posse da nova diretoria da Associação Fluminense de Jornalistas (AFJ), realizada na manhã na segunda-feira (25/3) no Plenário da Câmara Municipal de Niterói.
Os novos dirigentes vão comandar a entidade até 2022, tendo na presidência Isaac Gomes de Macedo, eleito pela chapa “Desafio Fênix". A AFJ, que completará 80 anos de existência no próximo ano, agrega profissionais de todo o Estado, sendo reconhecida como de Utilidade Pública no âmbito Municipal, Estadual e Federal.
Isaac Macedo é natural do Estado do Rio de Janeiro. Além de jornalista, é também artista plástico, compositor e autor de crônicas e poesias. Na AFJ, foi Diretor Executivo até o ano passado. Ele substitui Claro Nunes de Almeida, que era candidato à reeleição, mas veio a falecer antes do pleito. Muito querido na categoria, Claro Nunes presidiu a AFJ por mais de 12 anos.
Entre os presentes estavam o Desembargador Herbert Cohn; a Capitã de Mar e Guerra Sheila Aragão; o Capitão PM Caldas comandante da 1ª Cia. Do 25º BPM de Cabo Frio; o representante do governador Wilson Witzel, Jandir Brandão; o suplente de deputado federal Marco Figueiredo; a vereadora de Cabo Frio Alexandra Codeço; a Coordenadora-Geral dos Direitos da Mulher de Cabo Frio Nilma Carneiro; o ex-secretário de Meio Ambiente de Duque de Caxias Samuel Maia, além de inúmeros profissionais de imprensa. Durante a cerimônia foi entregue uma Moção a Marco Figueiredo, pela aprovação do Projeto de Lei nº 3224/2014, concedendo o título de Utilidade Pública Estadual à AFJ.
FUTURO
Além de Issac Gomes de Macedo, a nova diretoria da AFJ conta com Marta Serrarte (vice presidência) e Lúcia de Alencar Machado (presidência do Conselho Fiscal e diretora de expansão e interiorização). Fazem parte também Arildo Neves Silva (diretor administrativo), Genilton Garcia Castilho (diretor jurídico); Roberto Muniz (diretor artístico e cultural), Rogério Matos (diretor de tecnologia da informação), Sandro Queiroz Monteiro (diretor de planejamento estratégico), Vitor Nogueira Junger (assessor da Presidência. O Conselho Fiscal conta ainda com Josué Cardoso, Kátia Nelitta Cruz e Dalize Duboc. Os primeiros nomes de Delegados anunciados pela nova diretoria são Josué Cardoso (Duque de Caxias) e Michele Gomes (Macaé).
No discurso de posse, Isaac Gomes de Macedo, depois de saudar os presentes e agradecer o apoio do vereador Sandro de Araújo e da Federação Nacional de Comunicadores, na pessoa de José Gomes Filho, lembrou o trabalho desenvolvido na AFJ pelo ex-presidente Claro Nunes de Almeida, que veio a falecer em 16 de janeiro último. “Era um grande amigo e deixou muita dor no coração de todos aqueles que o conheceram e puderam com ele conviver. Mas acredito que aqueles que nos amam continuam conectados conosco através da mente, do sentimento, do carinho, amor e amizade que nos dedicaram em vida. Como Milton Nascimento eternizou na Canção da América: Amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito".
- Faremos tudo para que consigamos materializar o que sonhamos juntos, como a criação de um canal de televisão, reativação do jornal ELO, nova sede e várias outras iniciativas, como a AFJ Social, a interiorização e expansão da AFJ para cobrir os 92 municípios do Estado, Clube da Memória e a Fundação de Cultura e Arte. A informação e a responsabilidade social são cada vez mais necessárias. Daí nossa determinação em lançar projetos mais arrojados e programas que favoreçam nossos associados, sejam eles jovens ou veteranos profissionais do jornalismo e da comunicação impressa ou cibernética, da televisão e radiofonia, mantendo os mesmos atualizados e valorizados e com a melhor assistência que possamos oferecer –- destacou Isaac.
O novo presidente completou: “Trabalharemos por uma Associação mais vigorosa e cada vez mais reconhecida no seio da população e da sociedade organizada. Nossa bússola aponta para o desafio de romper barreiras, modernizando a Associação e dedicando os esforços necessários para a preservação da liberdade de imprensa e de expressão. A classe jornalística é a mais pura expressão do quarto poder na intrincada engrenagem da sociedade brasileira".
Também usaram da palavra a jornalista Lúcia Machado, Marco Figueiredo e o Desembargador Herbert Cohn.


