A mudança da central de atendimento do Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) para o CICC (Centro Integrado de Comando e Controle), na Cidade Nova, está otimizando o trabalho das equipes. Os 359 funcionários do teleatendimento 192 - entre telefonistas, bombeiros e médicos -, que definem a gravidade e o tipo de atendimento a ser feito, trabalham integrados a outros órgãos estaduais e municipais. Com a chegada ao CICC, o Samu passou a fazer parte do Centro Integrado de Operações de Defesa Social, que já contava com 204 atendentes do 190 da PM e 365 policiais do Centro de Controle Operacional da Polícia Militar, responsáveis por despachar os atendimentos para as ocorrências policiais diárias.
- A reunião das equipes em um só espaço físico contribui para a redução do tempo-resposta no atendimento dos casos. Isso ajuda na otimização do trabalho das equipes e na utilização dos recursos a serem despachados, como viaturas e ambulâncias – afirmou o superintendente de Comando e Controle da Secretaria de Estado de Segurança, coronel George Freitas.
Gerenciada pelo Corpo de Bombeiros, a equipe do Samu ocupa, desde o dia 15 de outubro, um salão de 380 metros quadrados no segundo andar do CICC. Além de contar com tecnologia de ponta no novo espaço, os profissionais passam a ter acesso ao Vídeo Wall, um telão de 17 metros de comprimento e 5 de altura, com 98 monitores de LED. O equipamento exibe as imagens das mais de mil câmeras espalhadas pela cidade e embarcadas em viaturas policiais. Após a chegada da equipe de teleatendimento do Samu, mais de mil pessoas passaram a trabalhar diariamente nas instalações do CICC.
O SAMU conta, atualmente, com 75 viaturas distribuídas estrategicamente em 34 bases para atender às ocorrências da capital, que vão desde acidentes de trânsito a acidentes domésticos. Cerca de 460 atendimentos diários são realizados e, em média, são recebidas cerca de três mil ligações por dia. “Em casos de eventos ou acidentes em locais públicos, o Corpo de Bombeiros é acionado e são enviadas viaturas para o local. Já em situações que ocorrem dentro de domicílios, o médico civil do Samu orienta o paciente para procedimentos de emergência e envia uma ambulância. Quando o caso não apresenta nenhum tipo de urgência, o paciente é então orientado a se consultar em um posto de saúde", explicou o diretor de Operações do Grupamento de Socorro de Emergência/Samu, coronel Carlos Tavares.


