A estratégia da Braskem para avançar em eficiência, tecnologia e descarbonização
A indústria nacional é um dos principais pilares do desenvolvimento econômico e social do Brasil. Responsável por impulsionar cadeias produtivas, gerar empregos e promover inovação, o setor tem papel decisivo na construção de um ambiente mais competitivo, resiliente e preparado para os desafios do futuro.
Em regiões como Duque de Caxias e a Baixada Fluminense, essa relevância se torna ainda mais evidente. Com forte presença industrial e localização estratégica, o território contribui diretamente para a dinâmica econômica do estado do Rio de Janeiro, reunindo operações que demandam alta capacidade técnica, infraestrutura e integração logística.
Nesse contexto, discutir o futuro da indústria passa, necessariamente, pela capacidade de evoluir em pilares como eficiência, tecnologia e inovação. Mais do que acompanhar tendências globais, trata-se de garantir competitividade em um cenário cada vez mais exigente, no qual produtividade e sustentabilidade caminham lado a lado e decisões energéticas passam a influenciar diretamente a viabilidade dos negócios industriais.
É nesse ponto que agendas como descarbonização e transição energética ganham protagonismo. Se antes essas iniciativas eram percebidas majoritariamente sob a ótica ambiental, hoje se consolidam como ferramentas estruturantes para o desempenho industrial, ao promoverem eficiência operacional, redução de custos, maior confiabilidade energética e atração de investimentos.
Na Braskem, petroquímica global que desenvolve soluções sustentáveis da química e do plástico para melhorar a vida das pessoas, esses temas estão integrados à estratégia de longo prazo da companhia. Por meio do Programa de Descarbonização Industrial, foi estabelecido o objetivo de reduzir em 15% as emissões de gases de efeito estufa (GEE), escopos 1 e 2, das operações até 2030.
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Desde o início do programa, a empresa já alcançou aproximadamente 1,3 milhão de toneladas de CO₂e reduzidas em relação ao seu baseline, considerando a média entre 2018 e 2020. Esse resultado reforça a capacidade de gerar valor e competitividade por meio da descarbonização, refletindo o avanço de iniciativas estruturantes voltadas à melhoria contínua, eficiência energética, eletrificação de processos e diversificação da matriz energética.
Nesse contexto, a companhia ampliou o uso de fontes renováveis no consumo energético. Entre as principais iniciativas, destacam-se a geração de vapor a partir de biomassa, a introdução do biometano como fonte térmica alternativa e a expansão da eletrificação de ativos industriais. Essas ações incluem a ampliação da contratação de eletricidade de fonte renovável e migração para o mercado livre de gás natural, aumentando a flexibilidade, a competitividade e a eficiência das operações.
Essa transformação reflete um movimento mais amplo da indústria brasileira. Ao integrar inovação e responsabilidade ambiental, o setor fortalece sua capacidade de adaptação às novas demandas do mercado, mitigando riscos associados à volatilidade energética e regulatória, ao mesmo tempo em que amplia sua relevância econômica.
O avanço da transição energética no país também cria um ambiente favorável para novos investimentos e parcerias, estimulando o desenvolvimento de soluções cada vez mais eficientes e de menor intensidade de carbono. Nesse cenário, regiões industriais como a Baixada Fluminense têm papel estratégico tanto na implementação dessas iniciativas quanto na disseminação de boas práticas para outros polos industriais.
Com uma estratégia baseada em inovação, competitividade, confiabilidade e sustentabilidade energética, a Braskem reforça seu papel como agente ativo da transição energética, apoiando o desenvolvimento de uma economia mais preparada para os desafios de um futuro de baixo carbono.
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